Sempre pelas 16 horas do terceiro Sábado de cada mês, terá lugar, na Galeria Vieira Portuense, a habitual tertúlia de Poesia na Galeria. A entrada é livre.
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domingo, 16 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
NESSE TEMPO DE OUTRORA...
NESSE TEMPO DE OUTRORA...
Quero passear pelos campos fora,
como no tempo de outrora...
quando eu era pequenina...
que brincava, corria, sorria e saltava
quando passeava pelos campos fora!
Nesse tempo de outrora...
eu recordo... “o tempo de
Primavera”
que logo, no alvorecer da luz do dia
eu acordava mesmo deleitada...
com a melodia do chilrear da cotovia!
Em tempo de festa... era uma alegria
Maravilhada... eu inspirava o cheirinho das flores
nos alegres passeios com a Família, “os meus amores!...”
Nesse tempo de outrora...
quando eu era pequenina...
eu recordo que brincava, corria, sorria e saltava
quando passeava pelos campos fora!
Nesse tempo de outrora...
eu recordo... “o tempo de
Verão”
na quietude do nascer do dia
e antes, do romper do Sol
eu ouvia a melodia do chilrear do rouxinol!
Era um tempo feliz...eu sorria
e todo o dia, em alegria...
eu via as lindas joaninhas, as abelhinhas
e as borboletas de multicor
em precioso e encantador labor!
Velozes esvoaçavam e pousavam
suavemente, numa e noutra bela flor!
Nesse tempo de outrora...
quando eu era pequenina...
eu recordo que brincava, corria, sorria e saltava
quando passeava pelos campos fora!
Nesse tempo de outrora...
eu recordo... “o tempo de
Outono”
por vezes, já pardacento ao romper do dia
até, parecia que o Sol se escondia...
e já, corria uma aragem fria.
Era tempo de certa monotonia e até, de nostalgia...
sentia saudade da luz do Sol a brilhar,
estava já, sedenta de me encantar!...
Nesse tempo de outrora...
quando eu era pequenina...
eu recordo que brincava, corria, sorria e saltava
quando passeava pelos campos fora!
Nesse tempo de outrora...
eu recordo... “o tempo de
Invernia”.
Nas intempéries... relampejava e trovejava,
quase sempre chovia, fazia frio e ventania
já, rompia gélido... o dia a dia
e mais cedo, o dia entardecia.
Nesse tempo, eu era uma criança pequenina,
mas, já andava na escolinha,
então, “era tempo de mais
calmaria...
na doce companhia da Família,
a brincar... e a ouvir histórias de
encantar...”
mas também, “empenhada em
aprender, ler e estudar”
da forma que, “os meus
adoráveis Paizinhos me educavam”
e assim, ternamente... me falavam:
- “Leninha, se
tem que fazer e tem; “faça com Amor e Bem!...”
E foi assim, “a minha
doce... Infância
de feliz e encantadora... vivência!”
Nesse tempo de outrora...
quando eu era pequenina...
que brincava, corria, sorria e saltava
quando passeava pelos campos fora!
A pureza...
beleza... e “Amor... na Infância!”
“São sublime alegria... da mais linda poesia!”
Helena Maria Simões
Duarte
in "Coletânea
Galeria Vieira Portuense 2017"
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Poesia na Galeria Novembro 2019
Fernanda Santos
Maria Afonso Morais
Dina Magalhães
António Monteiro
Adolfo Castelbranco
Pompeu Pais
Conceição Oliveira
César Carvalho
José Lacerda Megre
Helena Duarte
João Bernardo
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Pompeu Pais
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
“PORTUGAL (des)governado...” por gentinha... “Sem ÉTICA”
“PORTUGAL (des)governado...” por gentinha... “Sem ÉTICA”
A base para “a Vida plena... de toda a Gente”
deve ser sempre, “do nascer ao morrer...”
“agregada aos valores da Dignidade... e da Humanidade!...”
Neste “PORTUGAL (des)governado...”
por gentinha... “Sem ÉTICA”
somente, “os inconsequentes ficam indiferentes
ao nosso Semelhante desamparado...”
Infelizmente, “Gente da classe média...”
a extinguir-se e “alguma, demais...”
Já é, “SEM ABRIGO”.
Reflexo de “PORTUGAL (des)governado...” por
gentinha...
desprovida de “VALORES MORAIS e CÍVICOS...”
cujo objectivo “é o PODER...”
para apenas, “SERVIREM-SE A ELES...”
Tristemente, “em detrimento de PORTUGAL”.
“gentinha... “Sem CONSCIÊNCIA...”
por Conveniência...
“Vive “FAUSTOSAMENTE...”
quando quase, “a maior parte dos PORTUGUESES
“GENTE DE BEM...”
sobrevive “AMARGURADA...” sem condições “DIGNAS...”
A MORRER... de FOME e DOR
na ânsia “de Pão... e de Amor!...”
“gentinha... “Sem ÉTICA” BASTA!
“Urge DIGNIDADE... e HUMANIDADE...”
de “GENTE Consciente... “a Governar PORTUGAL”
por um “MUNDO DE AMOR Fraternal!...”
Helena Maria Simões Duarte
in "Coletânea Galeria Vieira Portuense 2019"
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Poesia na Galeria Outubro 2019
Maria de Lourdes Ferreira
Irene Costa
Agostinho Costa
Agostinho Costa
Anselmo Simões a declamar um poema a Fernanda Cardoso
Lacerda e Megre
Serigrafia "Senhora do Ó", de Molina, para o sorteio
Tabosa da Pena e Fernanda Cardoso
Alice Santos a sorteada da sessão
Livro de Goreti Dias, oferecido pela autora, para o sorteio
Ester de Sousa e Sá, Maria Olinda Sol, Manuela Caldeira, Fernanda Santos,
Helena Duarte e Lacerda e Megre
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Tabosa da Pena
Poesia na Galeria Outubro 2019
Alice Branco e José Faria
Paraty
Paraty e Alice Branco
António Monteiro
Celso Miranda
Alzira Santos
Helena Duarte
Fernanda Santos
Dina Magalhães
Alice Santos
Adolfo Castelbranco
Manuela Caldeira
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Paraty
sábado, 28 de setembro de 2019
POR TI!
POR TI!
Andavas a passear,
Junto ao nosso lindo Mar!
Contemplativo, a observar...
E ficaste parado!
Com o destino, já tinhas combinado
Aquele encontro marcado.
E na margem desse mar, eu passei
Mas, não te vi.
É que, nem para ti,
Eu olhei.
Cordialmente, falaste e assim, te reconheci...
Falamos... lembro que, até sorri! Enterneci...
E falamos, no tempo que passou, correu...
E não mais, se viveu...
E como, estou eu?
Serena...
Aceitei, o que a vida, não me deu...
E Serena...
Reencontro-me em Ti!
E Serena...
A Sorrir!
E Serena...
A Florir!
POR TI!
Helena Maria Simões
Duarte
in “Luz... Na voz do
pensamento”
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Poesia na Galeria 21-09-2019
Maria Afonso Morais
Fernanda Santos
José Faria
José Oliveira Ribeiro
Fernando Costa
Aida Duarte
Conceição Freitas
Celso Miranda
Pompeu Pais
Celso Miranda
Helena Duarte
Adolfo Castelbranco
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Pompeu Pais
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