Sempre pelas 16 horas do terceiro Sábado de cada mês, terá lugar, na Galeria Vieira Portuense, a habitual tertúlia de Poesia na Galeria. A entrada é livre.
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domingo, 16 de fevereiro de 2020
terça-feira, 6 de agosto de 2019
Poesia na Galeria 20-07-2019
Fernanda Cardoso
Maria de Lourdes Ferreira
Alzira Santos
Alice Branco
José Faria
Jorge Carvalho
Jorge Carvalho
Arnaldo Teixeira Santos
Adelina Gomes
Conceição Oliveira
Helena Maria Simões Duarte
Adolfo Castelbranco
terça-feira, 25 de junho de 2019
NÃO TE RENDAS
NÃO TE RENDAS
Não te rendas, ainda
estás a tempo
de alcançar e começar de
novo,
aceitar as tuas sombras
enterrar os teus medos,
largar o lastro,
retomar o voo.
Não te rendas que a vida
é isso,
continuar a viagem,
perseguir os teus sonhos,
destravar os tempos,
arrumar os escombros,
e destapar o céu.
Não te rendas, por favor,
não cedas,
ainda que o frio queime,
ainda que o medo morda,
ainda que o sol se
esconda,
e se cale o vento:
ainda há fogo na tua alma
ainda existe vida nos
teus sonhos.
Porque a vida é tua, e
teu é também o desejo,
porque o quiseste e eu te
amo,
porque existe o vinho e o
amor,
porque não existem
feridas que o tempo não cure.
Abrir as portas,
tirar os ferrolhos,
abandonar as muralhas que
te protegeram,
viver a vida e aceitar o
desafio,
recuperar o riso,
ensaiar um canto,
baixar a guarda e
estender as mãos,
abrir as asas
e tentar de novo
celebrar a vida e
relançar-se no infinito.
Não te rendas, por favor,
não cedas:
mesmo que o frio queime,
mesmo que o medo morda,
mesmo que o sol se ponha
e se cale o vento,
ainda há fogo na tua
alma,
ainda existe vida nos
teus sonhos.
Porque cada dia é um novo
início,
porque esta é a hora e o
melhor momento.
Porque não estás só, por
eu te amo.
Mário Benedetti
Lido por Adelina Gomes
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Poesia na Galeria 15-06-2019
Amândio Vasconcelos
António Monteiro
Adelina Gomes
Manuela Caldeira
Alice Branco
Irene Costa
Angela Loureiro
Helena Duarte, a primeira sorteada da sessão, com o livro de Eldad Mario Neto, "Entre Margens", oferecido pelo autor
Helena Duarte, a primeira sorteada da sessão, com o livro de Eldad Mario Neto, "Entre Margens", oferecido pelo autor
Guida Dias, a segunda sorteada, com o livro de Eldad Mario Neto, "Entre Margens", oferecido pelo autor
Guida Dias, a segunda sorteada, com o livro de Eldad Mario Neto, "Entre Margens", oferecido pelo autor
Céu Guedes, a sorteada com a obra de Conceição Oliveira, oferecida pela autora
Céu Guedes, a sorteada com a obra de Conceição Oliveira, oferecida pela autora
Céu Guedes, a sorteada com a obra de Conceição Oliveira, oferecida pela autora
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Maria Adelina Gomes
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
ANDA, Vem
ANDA, Vem
Anda, vem... porque te negas,
Carne morena, toda
perfume?
Porque te calas,
Porque esmoreces,
Boca vermelha… rosa de
lume?
Se a luz do dia
Te cobre de pejo,
Esperemos a noite presos
num beijo.
Dá-me o infinito gozo
De contigo adormecer,
Devagarinho, sentindo
O aroma e o calor
Da tua carne, meu amor!
E ouve, mancebo alado,
Entrega-te, sê contente!
… Nem todo o prazer
Tem Vileza ou tem pecado!
António
Botto
Lido
por Maria Adelina Gomes
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Poesia na Galeria Fev 2019
Maria Augusta da Silva Neves
Helena Duarte
António D. Lima
Maria Adelina Gomes
Maria Teresa Nicho
Celso Miranda
Beatriz Maia
Carlos Gomes
Artur Barrios
João Pessanha
José Faria
José Guterres
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Maria Teresa Nicho
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
QUANDO UM HOMEM QUISER
QUANDO UM
HOMEM QUISER
Tu que
dormes à noite na calçada do relento
numa cama
de chuva com lençóis feitos de vento
tu que
tens o Natal da solidão, do sofrimento
és meu
irmão, amigo, és meu irmão
E tu que
dormes só o pesadelo do ciúme
numa cama
de raiva com lençóis feitos de lume
e sofres
o Natal da solidão sem um queixume
és meu
irmão, amigo, és meu irmão
Natal é
em Dezembro
mas em
Maio pode ser
Natal é
em Setembro
é quando
um homem quiser
Natal é
quando nasce
uma vida
a amanhecer
Natal é
sempre o fruto
que há no
ventre da mulher
Tu que
inventas ternura e brinquedos para dar
tu que
inventas bonecas e comboios de luar
e mentes
ao teu filho por não os poderes comprar
és meu
irmão, amigo, és meu irmão
E tu que
vês na montra a tua fome que eu não sei
fatias de
tristeza em cada alegre bolo-rei
pões um
sabor amargo em cada doce que eu comprei
és meu
irmão, amigo, és meu irmão
Ary dos
Santos
Lido
Adelina Gomes
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Poesia na Galeria 15-12-2018
António D. Lima
Fernanda Cardoso
Agostinho Costa
Agostinho Costa
José Oliveira Ribeiro
José Faria
Maria Teresa Nicho
Conceição Lages
António Gonçalves
Fernanda Pereira
Maria Afonso Morais
Fernanda Santos
António D. Lima
José Faria
Adelina Gomes
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