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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Dina Magalhães


Dizem que o Ano que passou foi mau?
E este irá, ser diferente ?
Damos muitas Graças a Deus,
Porque se nós nos queixamos
O que dirá muita gente.
Olhamos para guerras, catástrofes,
Tantos tantos atentados, etc,
Que milhares de vidas ceifou,
E nós no nosso cantinho, até hoje
Deus sempre nos amparou.
Quantas casas, quantos lares?
Alguns com violência doméstica
Outras que a água varreu também?
Quantos Refugiados afogaram
Por esses mares além?
Quantas Mães ficaram sem seus Filhos?
E quantos Filhos sem Pai e Mãe?
Nós por cá temos Alguém
Que nos está a segurar,
Nossa Senhora nos dê a mão
E nunca deixe de nos amparar.
A todos os doentinhos
Nossa Senhora os ajude,
Os cubra com o seu manto
E lhes dê mais saúde.
Nem só de prendas vive o homem
E eu digo com franqueza,
Saúde, Paz e Alegria
É a nossa maior riqueza.
O Natal já passou
Mas para todos em geral,
Que no nosso coração
Todos os dias seja Natal.
O ano que começou
Seja de amor, Paz e Alegria,
E tenhamos sempre presente
Jesus, José e Maria.
Sem Eles não somos ninguém
Como vós todos sabeis
E da maneira que isto está,
Eu só desejo o seguinte
Que Deus dê a toda a Gente
Um Santo e Feliz 2020


Dina Magalhães

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Casamento



Tenho comigo uma relíquia que já tem muito tempo
Hoje trago calçados, os sapatos do meu casamento.

Agradeço muito a Deus
Os bons momentos passados,
Em sete anos de namoro
E cinquenta e sete de casados.

Agradeço a Nossa Senhora
Ter chegado a este dia,
E ter-me dado dois filhos
Que me dão tanta alegria.

Dois filhos e cinco Netos
Cinco estrelas podem crer,
Meus filhos e meus Netinhos
São a razão do meu viver.

Deu-me meu genro e uma Nora
Que eu dou muitas graças a Deus,
Todas as sogras pudessem
Dizer o mesmo dos seus.

Deus uniu-nos para sempre
Foi assim que ele quis,
E durante a nossa vida
Nós fomos sendo felizes.

Dina Magalhães

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Poesia na Galeria Novembro 2019

 Fernanda Santos
 Maria Afonso Morais
 Dina Magalhães
 António Monteiro
 Adolfo Castelbranco
 Pompeu Pais
 Conceição Oliveira
 César Carvalho
 José Lacerda Megre
 Helena Duarte
 João Bernardo

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Poesia na Galeria Outubro 2019

 Alice Branco e José Faria
Paraty
 Paraty e Alice Branco
 António Monteiro 
Celso Miranda
 Alzira Santos
 Helena Duarte
 Fernanda Santos
 Dina Magalhães
 Alice Santos
 Adolfo Castelbranco

 Manuela Caldeira

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Violência Doméstica



Violência Doméstica, este ano 27 mulheres mortas e 33 feridas?
E as que morrem aos poucos com Violência Psicológica não
Conta? E eu pergunto mais uma vez, quantas vezes 27+33?
Mulheres e Homens cuidado com a violência
Não deixeis que a coisa vá além.
Não escondeis, Denunciai
Calar não é solução para ninguém.
Antigamente era assim
A mulher sofria muito na vida,
E quando tinha muitos Filhinhos
Aguentava tudo não tinha outra saída.
Cuidado mulheres pensai bem
Tudo isto tem uma lógica,
Pior do que a porrada,
É a violência Psicológica.
Maridos Fazei vossas esposas Felizes
Estimai-as como estimais vossa Mãe,
Lembrai-vos que se elas forem Felizes
Vós e vossos Filhos sereis também.
Sabeis que a nossa Casa, é a Escola dos Filhos?
E Eles estão sempre aprender.
Se houver Amor Paz e Alegria
Eles nunca irão esquecer.
Por muito ignorantes que sejamos.
Bons exemplos lhes devemos dar,
Para um dia Eles ensinar aos Filhos
O que de nós puderam herdar.

Dina Magalhães

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Poesia na Galeria Setembro 2019

 António Monteiro
 Manuel Maia
 Acilda Almeida
 Conceição Oliveira
 Fernanda Cardoso
 Manuela Caldeira
 Dina Magalhães
 Paraty
 Alice Santos
 Vitor Cordeiro
 Serigrafia de Avelino Rocha para sorteio
 Acilda Almeida retira o número sorteado
 Fernanda Santos a sorteada da sessão
 Fátima Ferreira, Manuela Caldeira, Maria Afonso Morais, Helena Duarte, 
Fernanda Santos e Acilda Almeida
Fernanda Cardoso e Maria de Lourdes Ferreira

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Querida Mãe



Querida Mãe fazias hoje 101 anos, Deus levou te muito cedo, muitos beijinhos.

Querida Mãe Maria da Conceição
Tu como muitas já lá estão,
Já nos deixas-te há 54 anos
Mas nunca sais-te do meu coração.

Partistes com 47 anos
Depois de teres 12 filhinhos,
Sofreste muito por vários motivos,
Foste a melhor Mãe do mundo,
Eras amiga de toda a gente.
Assim o diz quem te conheceu,
Mas sei que DEUS te compensou
E deu-te um bom lugar no Céu.

Durante todos estes anos
Eu sei que estás comigo,
Tenho sentido a tua presença,
Fora e dentro do meu coração,
Em todos os momentos da minha vida
Eu sinto que me dás a tua mão.

Obrigada minha Mãe
Continua a velar por mim,
Pelos meus, por todas as Mães
E por todo o mundo.

Não me esqueças
Que eu nunca te esquecerei,
O tesouro que me deixas-te,
Teu terço teu lenço, e as favas
Que me mandas-te há 57 anos,
Continuam acompanhar-me.

Dina Magalhães


terça-feira, 20 de agosto de 2019

Poesia na Galeria 17-08-2019

 Dionísio Dinis
 Dina Magalhães
 Acilda Almeida
 António Monteiro
 Pompeu Dias
 Manuela Caldeira
 Eunice Amorim
 Adolfo Castelbranco e Eunice Amorim
 Eunice Amorim
 Eunice Amorim

Alice Branco a sorteada da sessão