quinta-feira, 29 de agosto de 2019

ARDE EM MIM A ESTRELA QUE FOI O TEU OLHAR



ARDE EM MIM A ESTRELA QUE FOI O TEU OLHAR

Arde em mim a estrela que foi o teu olhar,  oferecida ao
âmago da minha essência destruída. Gotas de lua gravi-
tam nesta loucura estonteante e a alma que perdeu a cor,
o riso, estremece num alvoroço de anjos mortos.

Esperei por uns braços de Verão, pintei um dia de agosto
no meu ventre,  mas vi morrer a cumplicidade silenciosa
de nossos dedos e de nossas línguas.

Não sei de ti,  estranho-te o dia e a  noite. Vagueio pelas
pérolas escondidas no  fundo dos mares e roubo-lhes al-
gum nácar.  Com ele,  traço um caminho esquecido.  As
algas surdas cobrem a desilusão do dia perdido.

Hoje já não te espero nem te encontro!

Goreti Dias
in “singularidades & etc.”
lido por Dionísio Dinis

SOB O VENTO DA SOLIDÃO



SOB O VENTO DA SOLIDÃO

Sob o vento da solidão,
desabotoo os dias,
dispo as vestes da vontade,
fico nua na minha alma!
Arrasto o espírito pela saturação das ruas sem paz,
desencontro-me de ti nos atalhos invisíveis!
E fujo!
Fujo!

Respiro numa cadência inventada,
num pensamento asfixiado,
num vazio em que espero um milagre.

Retiro-me lentamente da lembrança,
suturo as veias de onde ela irrompeu
e arrefeço!

Fica-me este corpo mais pequeno,
outro desejo,
outra saudade...
Alastrando...

Ajusto-me à eternidade,
abraço-te no fim das horas,
Conto-te os segundos em que não existo!
Não existimos!

Goreti Dias
in “Poesia Pintada no Silêncio”

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

MARIA



MARIA

Como é que sabes que não
regressas ao futuro
através da identidade com a terra
e com o passado que a terra te devolve? No teu nome
existem ídolos, lanças, adagas por achar,
coisas que o tempo deu ao tempo e o tempo não tem tempo para dar-te.
Por isso as tuas mãos estão despojadas,
estão cheias de vento, estão prenhes de vento,
são essas mãos o meu poema, isto é,
o teu poema, este em que celebro a liberdade de não ser
mais do que a verdade de um momento, o movimento
de um movimento contínuo, certo e esplêndido.
O nome emerge das estrelas, das areias, das forças do vazio,
depois de ter passado pelo cordão umbilical
da mãe sabedoria. E vê que, da gruta que resplandece,
não recolhes mais que o vento por herança fugidia.
Procura em ti o ouro e a sede dos felinos,
o fogo que irradia desta água e deste peixe
cuja vida pertence à liturgia. Há animais de prata
nas águas que se movem quando escrevo
a palavra labareda que é Maria.
Maria. O teu nome. Só Maria.

Joaquim Pessia
in “Nomes” (Litexa, 2002)
lido por Manuela Caldeira

Querida Mãe



Querida Mãe fazias hoje 101 anos, Deus levou te muito cedo, muitos beijinhos.

Querida Mãe Maria da Conceição
Tu como muitas já lá estão,
Já nos deixas-te há 54 anos
Mas nunca sais-te do meu coração.

Partistes com 47 anos
Depois de teres 12 filhinhos,
Sofreste muito por vários motivos,
Foste a melhor Mãe do mundo,
Eras amiga de toda a gente.
Assim o diz quem te conheceu,
Mas sei que DEUS te compensou
E deu-te um bom lugar no Céu.

Durante todos estes anos
Eu sei que estás comigo,
Tenho sentido a tua presença,
Fora e dentro do meu coração,
Em todos os momentos da minha vida
Eu sinto que me dás a tua mão.

Obrigada minha Mãe
Continua a velar por mim,
Pelos meus, por todas as Mães
E por todo o mundo.

Não me esqueças
Que eu nunca te esquecerei,
O tesouro que me deixas-te,
Teu terço teu lenço, e as favas
Que me mandas-te há 57 anos,
Continuam acompanhar-me.

Dina Magalhães


A GRALHA VAIDOSA



A GRALHA VAIDOSA

Certo dia o pai dos deuses
Grande nova fez saber
Ia convocar os pássaros
 E um soberano escolher.

Assim marcou uma data
P'ra cada um comparecer
E diante do seu trono
O mais vistoso eleger.

Logo cada uma das aves
Para mais bela se tornar
Se banhou num limpo arroio
E as penas pôs-se alisar.

A gralha também lá estava
Só que já tinha a certeza
Que sendo grande feiura
Não conseguia a proeza.

Vendo que todos se foram
Pôs-se logo a arquitetar
Um plano bem infalível
Que todos fosse lograr.

E com cautela uma a uma
Penas do chão apanhou
E sobre a sua plumagem
Habilmente as colocou.

E logo que assim se viu
Disse então deliciada:
- Pobre desta passarada
Como vai ser enganada!

E antevendo-se rainha
Se pôs a conjeturar
Artimanhas bem urdidas
Usadas p'ra governar.

E chegando então o dia
Feliz em seu desfilar
A gralha perante Júpiter
A exuberância fez notar.

Estava de facto vistosa
Não havia outra ave igual
Pois de todos a plumagem
Tornava a ave irreal.

Não havendo qualquer dúvida
Vencedora foi eleita
Tendo recebido a coroa
Largo discurso deleita.

Conhecendo suas penas
Logo todos se indignavam
E avançando sobre a gralha
Com vigor as arrancavam.

-Estas são de todas nós
Protestavam revoltadas
Querias passar por bela
 Usando penas furtadas!?

A gralha quis defender-se
Daquelas falsas ofensas
Mas não consegue negar
Face a reais evidências.

Logo se viu desnudada
Da sua falsa beleza
Não é só com aparência
Que se chega à realeza.

Acilda Almeida

EU AMO!



EU AMO!

Eu Amo!
"Ser a Criança", que tenho em mim.
Eu Amo!
"Querer o Bem..." para toda a Gente!
Eu Amo!
"Ter por DEUS!..." a minha alma crente.

Eu Amo!
Ser a pessoa que sou, mas, eu não sei, "amar a mim".
Confesso, eu esqueci e esqueço, "de cuidar de mim".
"Entrego-me, empenho-me, anulo-me..."

Eu Amo!
Pelo quanto "sobrevivo e sobrevivi..."
mesmo, "n' angústia da desolação..."

Eu Amo!
Pelo quanto "vivo e vivi..."
Feliz! "n' aceitação e compreensão".
Com tolerância, "a dar o meu perdão".
Sinceramente, de coração!

Eu Amo!
Pelo quanto "vivo e vivi...
n' alegria da Fraternidade..."
com singela "solidariedade e Humanidade..."
pelo "meu IRMÃO!"
Que chora e sofre... "na dor e na solidão".

Eu Amo!
"Muito... pelo Amor que dou" e, por gratidão!
"Pelo Amor que me dão".

Eu Amo!
Pelo quanto "vivo e vivi..."
e por tudo, quanto "sorri..."

Eu Amo!
Mesmo, pelo quanto "sobrevivo e sobrevivi..."
e por tudo, quanto "chorei e sofri..."

Sempre... EU AMO!

Helena Maria Simões Duarte
in “Luz... Na Voz do Pensamento”

MAR DE PAIXÃO



MAR DE PAIXÃO

Dar uma volta na tua estrada
Nas curvas modeladas do teu corpo
Como rio procurando uma enseada
Barco entrando a seu porto.
Navegando por mares desconhecidos
Entre as saliências sinuosas da tua silhueta
Procurando caminhos proibidos.
Inalando o perfume do teu ser
Parto à descoberta de novos prazeres
Por mares tempestuosos…
Navegando por caminhos rochosos.
Os teus olhos sedutores
São estrelas brilhando no firmamento
Imagino o teu corpo deslumbrante
Envolvido num véu transparente…
Sombras estranhas, noite escura
Mas com imensa claridade
A luz da lua refletindo na tua pele frescura…
Belo teu corpo
Saborear o perfume
Degostando por meus lábios sequiosos
Amar-te como um louco
À deriva num mar revolto…

César Carvalho

CONTIGO APRENDER



CONTIGO APRENDER

Permite que te acompanhe!
Contigo, preciso aprender...
enfrentar a dor e sorrir como tu.
As dificuldades que suportas
e caminhas com alegria...
como é possível!?
Permite que te acompanhe!
Contigo, preciso aprender...
enfrentar a dor; e sorrir como tu.

Transportas peso físico;
e teu pensamento está sempre mais além:
recebes salário crítico...
e contigo, está sempre tudo bem!
Tuas forças não enfraquecem...
e auxilias quem te aparece, com desânimo.
Levantas gente caída;
e sabes que todos te esquecem
e dás-lhe todo o valor...
manténs-te tão feliz;
que, já te chamo uma fonte de amor!

Tu; quase sem escolaridade...
pessoa formada sem universidade...
conheces os livros, das histórias da vida:
e afastas o mal de ansiedade.
Permite que te acompanhe!
Contigo, preciso aprender...
enfrentar a dor e sorrir como tu:
e saber, o que é felicidade
da gente pobre, da cidade!

António P. Costa Monteiro
15/de agosto de 2019

APLAUDI QUANDO A BANDA PASSOU


HOJE SÁBADO, 17 de Agosto/2019
Pelas 11H45M. FUI VER A BANDA PASSAR,
Actuação musical itinerante na Rua Brito Capelo e Mercado de Matosinhos da BANDA MATOSINHOS-LEÇA.

APLAUDI QUANDO A BANDA PASSOU

Estranhei com espanto não ver o Presidente da Direcção que se apoderou da Associação, sem ser associado, a não acompanhar a actuação da Banda, o Rui Reizinho, pau mandado do Poder local

Estranhei também não ver nenhum representante da Câmara Municipal de Matosinhos. (como tinha acontecido na anterior)

Pois tinha como objectivo entregar a fotocópia da carta que alguns associados solicitam a reabertura do Salão/Sede encerrada desde 28 de Março, há cinco meses sem qualquer uso por estes "ASSALTANTES" da Associação, carta essa entregue a Rui Reininho em 27 de Junho, há três(3) meses sem qualquer resposta ATÉ À PRESENTE DATA PURA MÁ-FÉ… e para aproveitar a ocasião par lhes transmiti-lhes o seguinte;

- A minha participação cívica e cidadania, durante toda minha vida, foi sempre distanciada do poder, o que não quer dizer anti-poder.

Durante toda a minha vida fui livre e sempre tive liberdade de expressão fui sempre capaz de denunciar as injustiças e criticar os vícios de actos ilegais que a C.M.M. é conivente destes actos ilegais, que corrompem a democracia e tiram sentido à C.MUNICIPAL DE MATOSINHOS.

Estão constantemente a aparecer ma C.M.M. que gera o CONTROLISMO DAS ASSOCIAÇÕES/COLECTIVIDADES, a falta de critérios, equitativos, apoios e subsídios de conveniência e outras ilegalidades como conflitos de interesse nos subsídios, o que se passa na Juntas de Freguesias de Matosinhos e Leça.

QUERO POSSO E MANDO

Um total desrespeito pelas Instituições e pelo Associativismo

UMA FALTA DE RESPEITO AOS ASSOCIADOS DA ASSOCIAÇÃO DA BANDA MATOSINHOS LEÇA

A BANDA *E DOS SÓCIOS E NÃO DOS "ASSALTANTES"

Na próxima semana irei novamente enviar via correios, a carta à Presidente da Câmara, o que fiz hoje através de uma funcionária da C.M.M. e a uma Senhora da Direcção, que era a porta bandeira.

Esta gente que "ASSALTARAM" BANDA, gente sem credibilidade, sem dignidade e sem carácter, nunca tiveram

RAZOABILIDADE DO BOM SENSO.
SEMPRE LUTEI PELA RAZÃO.

Jorge Carvalho

DOS PÁSSAROS E DOS HOMENS



DOS PÁSSAROS E DOS HOMENS

De pássaros não sei nada.
Também Sócrates diria que dos pássaros nada soube.
Porque um poeta é um filósofo. E um filósofo
é sempre um poeta.
E um poeta não deve saber dos pássaros
mas dos homens.

Eu confesso: de pássaros nada sei.
Sei dos homens. Mas pouco.
Por isso os estudo. Falo deles. Amo-os ou odeio-os.
Aliás, entre os homens raramente há sentimentos intermédios
como a indiferença, por exemplo.
Não consta que os pássaros os conheçam.

Os homens são muito importantes para um poeta.
Tão importantes como as palavras.
Direi mesmo mais importantes.
Porque não poderão existir palavras e poetas sem homens
mas os homens já existiam sem palavras e sem poetas.
E mesmo as palavras e a poesia sem homens não serviriam para nada.

Portanto temos
primeiro o homem
depois a palavra
e por fim o poeta.

Na poesia, é pois, fundamental, o homem.
Sendo assim, é natural que eu fale dos homens
e me recuse a falar dos pássaros
porque, também, para falar de um assunto
é preciso estudá-lo
conhecê-lo
e, como eu já disse, de pássaros não sei nada
prefiro falar dos homens embora deles não saiba tudo
mas vou analisando-os
tentando conhecê-los melhor
em vez de analisar e tentar conhecer os pássaros
porque me parece
não poder haver uma relação por aí além
entre o pássaro e o homem
nem os pássaros poderão resolver os problemas dos homens
(habitação, ensino, desemprego, etc.)
num um homem só que seja pode ser explorado
por um ou mais pássaros
nem os os pássaros fizeram explodir nunca uma bomba atómica
ou se juntaram em bandos para discutir
se hão-de construir centrais nucleares para matar alguns homens
em benefício de qualquer pássaro
ou ainda para conferenciar sobre a bomba de neutrões
que pode ao mesmo tempo matar os pássaros e todos os homens.

Por todas estas razões proponho que
a poesia fale do homem para o homem
porque:
a) falando dos pássaros a poesia fala só dos pássaros;
b) falando dos homens, a poesia fala de tudo (até dos pássaros);
c) os pássaros nunca poderão entender a poesia nem os poetas nem os outros homens;
d) a poesia falando dos homens fará com que os homens possam entendê-la e entender não só os poetas como também os pássaros e, sobretudo, o que é fundamental, entenderem-se entre si o mais depressa possível.

Joaquim Pessoa
Lido por Armando Pereira

O MUNDO É SÍTIO PERIGOSO!



O MUNDO É SÍTIO PERIGOSO!

O mundo é sítio perigoso
De se viver, é verdade, podem crer
Não por causa de grande mafioso
Mas devido bons o mal deixar vencer!

Não só por aqueles que o mal fazem
Mas pelos bons ao mal nada fazerem
Só observam, nada de novo trazem
Triste vida de maneira estarem.

Onde chegará o povo parado
Que só olha para si, não pró lado
Num total egoísmo confrangedor

Não veem, um dia caro vão pagar
Pelo seu egoísmo e não amar
Perdem liberdade, restando dor!

Arnaldo Teixeira Santos
in “Antologia Templo de Palavras”,
Nº 6 (Março 2019, Editorial Minerva)

ENCONTRO MARCADO



ENCONTRO MARCADO

Marquei encontro com Deus
dei-lhe a face para um beijo
contei- lhe os pecados meus
absorveu todo o meu desejo
era o meu arrependimento a limpar
toda a inquietude que me fazia mal
benzeu-me suavemente e me curar
da minha mente feita num vendaval
senti-me mais leve na absolvição
na espontaneidade desse perdão
a Ele que lhe entreguei meu coração
de penas me aliviou de compaixão
olhei-o nos olhos, mandou-me embora
segue este caminho que vais bem
chama por mim em qualquer hora
num manto de luz estarás também
vai com fé leva contigo a esperança
aqueles que em mim acreditam
terão sempre a minha confiança
sei daqueles que por mim meditam.

ESPINHO, 14 DE AGOSTO DE 2019
ANTÓNIO RODRIGUES GONÇALVES

Posso ter defeitos


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
Mas não esqueço de que minha vida
É a maior empresa do mundo…
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
Se tornar um autor da própria história…
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
Um oásis no recôndito da sua alma…
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “Não”!!!
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta…

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

Fernando Pessoa
Lido por Fernando Costa

HOMENAGEM À GALERIA VIEIRA PORTUENSE


HOMENAGEM À GALERIA VIEIRA PORTUENSE

Este poema que vou ler,
Deu-me um pouco que pensar,
Porque coloquei ingredientes,
Como se deve homenagear.

A Galeria Vieira Portuense é anfitriã,
De que me devo ocupar,
Bem há minha maneira,
Fica no largo dos Lóios,
Bem pertinho da Ribeira.

Na galeria, vive-se deliciosa cultura,
Misturada com bolos,
São da maior doçura
Que nos consola a todos.

Nós somos o fermento
Que dá vida, luz e cor,
Qualquer obra que aqui meter,
Terá de a saber ler e compreender,
Ser um fruto do amor.

Nós somos os ovos,
Bem mexidos e requintados.
Aqui, também se canta fados
Que enaltecem a nobreza de valor,
Alegria fica no ar, há namoro e bem-estar.
Porque o Poeta é um sonhador.

Se o poeta assim quiser
Vai trazer sua mulher,
Para adicionar a farinha,
Mas que pobre cabeça a minha,
Não discernir com clareza,
Misturar a arte que é beleza,
Com a doçura de mulher.
Ela se transforma num fruto
Que o homem gosta e quer.

Somos todos irmãos nestas andanças,
Até parecemos crianças
A enfeitar esta galeria,
Ó que alegria e prazer
Misturam-se ovos, farinha e fermento,
Ó meu Deus apaga o meu sofrimento
Que eu não quero mais morrer.

Nesta plenitude de vida,
A Galeria me dá guarida,
Para eu dizer a poesia
Que me enche de satisfação.
Há luz da vontade divina,
Deus ditou a minha sina
E me afaga o coração.

Coração que fica quentinho,
Quando recebe um portinho,
E se afina a garganta ressequida,
A Alma rejuvenesce,
E quem aqui vier nunca esquece,
Porque a Galeria Vieira Portuense
É o fruto de uma vida.

JOÃO BERNARDO…. VIVA A GALERIA VIEIRA PORTUENSE

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Poesia na Galeria Agosto 2019



Poesia na Galeria 17-08-2019

 Dionísio Dinis
 Dina Magalhães
 Acilda Almeida
 António Monteiro
 Pompeu Dias
 Manuela Caldeira
 Eunice Amorim
 Adolfo Castelbranco e Eunice Amorim
 Eunice Amorim
 Eunice Amorim

Alice Branco a sorteada da sessão

Poesia na Galeria 17-08-2019


 Fernanda Cardoso
 Armando Pereira
 Maria Teresa Nicho
 Graça Silva
 Graça Silva
 Fernanda Santos
 Jorge Carvalho
 Adolfo Castelbranco
 César de Carvalho
 Alice Branco
 Arnaldo Teixeira Santos
 Maria Teresa Lopes
Goreti Dias

Poesia na Galeria 17-08-2019








 Eunice Amorim
 Eunice Amorim
 Eunice Amorim
 Conceição Freitas
 Fernando Costa
 António Gonçalves
 José Gonçalves
 Manuel Maia
 João Bernardo
 Sophia Costa
 Helena Duarte
 Fernando Santos
 Celso Miranda
Fernanda Cardoso