quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

MINHA MORTE UM POEMA



MINHA MORTE UM POEMA

Se na luta que trabalho... eu vencer!
Não caio!... Não caio por morrer...

Morra eu; neste campo de batalha:
embora débil, mas forte pela honra e coragem!

E seja a espada da razão!

Seja o meu cadáver como uma semente...
que cai à terra que a cobre!
Para germinar nova flor,… muito nobre!

Seja a bondade e a força no vosso corarão!

Seja a minha morte; uma força que se renova!
Seja uma recordarão, na força da vanguarda;
pela luta e união dos desacreditados
que se afastam...

Seja a minha morte, um poema; uma canção:
que vos traga alegria,... traga pão!

E seja a espada; da vossa razão
pela luta que se levanta...

António P. Costa Monteiro
9 Novembro 2018

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