MINHA
MORTE UM POEMA
Se na luta
que trabalho... eu vencer!
Não
caio!... Não caio por morrer...
Morra eu;
neste campo de batalha:
embora
débil, mas forte pela honra e coragem!
E seja a
espada da razão!
Seja o
meu cadáver como uma semente...
que cai à
terra que a cobre!
Para
germinar nova flor,… muito nobre!
Seja a
bondade e a força no vosso corarão!
Seja a
minha morte; uma força que se renova!
Seja uma recordarão,
na força da vanguarda;
pela luta
e união dos desacreditados
que se
afastam...
Seja a
minha morte, um poema; uma canção:
que vos
traga alegria,... traga pão!
E seja a
espada; da vossa razão
pela luta
que se levanta...
António
P. Costa Monteiro
9
Novembro 2018

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