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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

CAMINANTE


CAMINANTE

Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.

Nunca persequí la gloria,
ni dejar en la memoria
de los hombres mi canción;
yo amo los mundos sutiles,
ingrávidos y gentiles,
como pompas de jabón.

Me gusta verlos pintarse
de sol y grana, volar
bajo el cielo azul, temblar
súbitamente y quebrarse…

Nunca perseguí la gloria.

Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.

Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.

Caminante no hay camino
sino estelas en la mar…

Hace algún tiempo en ese lugar
donde hoy los bosques se visten de espinos
se oyó la voz de un poeta gritar
“Caminante no hay camino,
se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso…

Murió el poeta lejos del hogar.
Le cubre el polvo de un país vecino.
Al alejarse le vieron llorar.
“Caminante no hay camino,
se hace camino al andar…”

Golpe a golpe, verso a verso…

Cuando el jilguero no puede cantar.
Cuando el poeta es un peregrino,
cuando de nada nos sirve rezar.
“Caminante no hay camino,
se hace camino al andar…”
Golpe a golpe, verso a verso.


António Machado

Lido por ToniAntónio Nicodemos

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Poesia na Galeria 21 de Outubro 2017

 ToniAntónio Nicodemos
 Manuela Caldeira
 Alice Santos
 Acilda Almeida
 José Carlos Costa
 Luís Pedro Viana


 Paraty e Alice Santos
"Porto Geométrico" de , sorteado na sessão
 Regina Bacelar foi a sorteada
 Alice Santos e Alzira Santos 
Paraty, Fernanda Cardoso  e Alice Santos
 Maria Teresa Nicho, Graça Silva, Alice Santos, António Gonçalves e Helena Alves
 ToniAntónio Nicodemos, Helena Alves e Luís Pedro Viana
 Isabel Moura e Alice Santos
 Isabel Moura, Alice Santos, Fernanda Ferreira, Acilda Almeida e Goreti Dias
Isabel Moura, Alzira Santos e José Oliveira Ribeiro

Poesia na Galeria 21 de Outubro

 Francisco Ferreira e Fátima Ferreira
 ToniAntónio Nicodemos
 Arnaldo Macedo
 ToniAntónio Nicodemos





 Guilherme Andrade
 António Gonçalves
 Noé Alves
 Arnaldo Teixeira Santos
 Francisco Ferreira
João Nunes Carneiro
 Lourdes Alegria
 Leonor Reis
 Celso Mirando 
Regina Bacelar 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

LÁGRIMAS LIMPAS


LÁGRIMAS LIMPAS

Voltei a sonhar...
E as estrelas existem
Como eu as imaginei;
O céu é azul e eu acredito
Que o vento nos traz o amor.
Limpei as lágrimas,
Já não tenho medo do escuro.
O meu choro e o meu riso
Não são a minha tristeza
Nem a minha alegria
A minha alma não tem estado
Eu luto com a crença
E a minha arma é acreditar no amor.
Limpo as lágrimas, limpo o suor,
Lavo as mãos e invento a paz...
Pinto o mundo da frente para trás;
Na escuridão da noite, que existe,
Aprecio as estrelas, contemplo o luar
E acredito que amanhã
Vou voltar a sonhar...

Jorge Braga 
in "Amenas Tempestades"
lido por Toniantonio

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Poesia na Galeria - Dezembro

 Sebastião Oliveira
 Ricardo Braga
 Jorge Braga
 Toniantonio
 Alice Branco
 Beatriz Maia
 Adolfo Castelbranco
 José Efe declama um poema em conjunto com Adolfo Castelbranco
 Irene Costa
 Lourdes dos Anjos
 Angelino Santos Silva
 Luís Pedro Viana
 José Efe
Dina Magalhães