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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Poesia na Galeria - Janeiro

 António D. Lima
 Jorge Carvalho
 Silvino Figueiredo
 Dina Magalhães
 Mayke
 Alice Branco

 Alice Branco a interpretar os quadros do Luís Pedro Viana
 Alcino Amado
 Adolfo Castelbranco
 Acilda Almeida
 Agostinho Costa
 Luís Pedro Viana
 Aida Duarte

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Poesia 16 de dezembro

Goreti Dias
 Celso Miranda
 Silvino Figueiredo

 Alzira Santos
 Helena Duarte
 José Carlos Costa

 Angelino Santos Silva
 Acilda Almeida
 Lúcia Martins
 Agostinho Costa

 Maria Teresa Nicho
 Adolfo Castelbranco
 Adolfo Castelbranco e Alzira Santos
 Adolfo Castelbranco, Alzira Santos e Manuela Caldeira

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

UM DIA LEMBREI-ME


UM DIA LEMBREI-ME

Um dia/sentei-me/ lembrei-me do
jogar à bola/ dar e levar
porrada/roubar fruta/de ser
perseguido/ à sacholada/ o
lavrador queixar-se a meus pais e
eu levar/a dobrar!

Lembrei-me do fugir à escola/ não
tinha tempo para estudar! O
professor dizia que eu era bom
aluno! Eu faltava por não ter tempo
para os deveres/porque para meu
pai já trabalhava!
Não havia, ainda, a condenação do
trabalho infantil!! O trabalho/ que
eu fazia/ para meu pai era do baril/
que em Fátima vendia/juntamente
com cera/ prós milagres da santa!
Ena tantos!
Agora/ parece que menos!
Talvez por a senhora já um pouco
cansada!/com quebrantos! Uma
lástima.
Para compensar/continuam os
grandes milagres das rezas/ em
terços e rosários/ para as receitas
de santuários! Eu trabalhava/
trabalhava/ e já cidades/com ruas
escuras e claras visitava!
À noite/ estudava/aprendia falas
d'outros povos/ soube doutras
terras/ doutros costumes/ doutros
deuses/ d'outras religiões/doutras
filosofias/ das pregações dum só
Deus/mas logo vi que cada um
tinha o seu!
Estudava raízes da criação/
algumas já podres/outras que
para podres vão/que foram
verdades/ mas agora não!! porque
feitas por aldrabões/ em tempos de
escuridão. Na missa/ o padre
pregava/ pregava!/ Eu não nada
ouvia! Via que não fazia o que dizia!
Depressa detestei hipocrisia.
Continuei a trabalhar/ a estudar/
para dar asas a meus sonhos/ para
voar/voei!
Por continentes passeei meus
espantos! Fui tronco/dei rebentos/
Fui/ Sou feliz.
Tenho um jardim/com flores de
filhos e netos e os perfumes de seus
amores e afetos Nada me falta!
Fui menino/feito homem/
como rajada de vento/
que tudo eroda e sabe que/ um
dia/do tudo que foi ninguém se
recorda/ pois que desertos são
feitos por montanhas/ em areias
desfeitas!

Um dia, sentei-me/lembrei-me de
tudo/ de pais/ de amigos e dos
amores me lembrei!

Agora/sentado/quando vejo uma
criança/nela me revejo e a ela me
ligo/desejando que tenha asas/
para que seus sonhos possam voar/
e que nunca/nunca deixe ninguém
seus sonhos amarrar!/desejo-lhe
que levante voo.... e que me leve
consigo.
..........xxxxxxxx.......

Autor: Figas de Saint Pierre de Lá-Buraque

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Poesia na Galeria 21 de Outubro

 Manuela Carneiro
 Dulce Morais
 Goreti Dias
 Dionísio Dinis
 Artur Cardoso
 Fátima Cardoso
 Silvino Figueiredo
 Alzira Santos
 Kim Berlusa
 Fernanda Cardoso
 Maria de Lourdes Ferreira
Ana Maria Oliveira

terça-feira, 23 de maio de 2017

Poesia na Galeria - Maio

 Vitor Cordeiro
 Rosário Lemos
 Angelo Vaz
 Manuela Nobre
 Angelo Vaz
 Silvino Figueiredo
 José Carlos Costa
 Mafalda Lopes
 Manuela Caldeira
Agostinho Costa
Alberto Silva