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quarta-feira, 29 de março de 2017

MAR!


MAR!

Mar!
Eu ajoelho perante a tua imensidão,
a tua força, a tua teimosia, o teu canto,
o teu encanto!

Mar!
Espelho meu, diz-me o que vês?
O que vejo, digo-te eu...
Coragem, tenacidade, a valentia,
de continuar a trazer dia, após dia
nas tuas marés, melodias, sonhos,
carícias que lanças a meus pés.

E a bruma, Mar,
que algumas vezes tristemente te encobre,
não é mais do que um manto protector,
para abrigar a tua alma franca e nobre,
das tormentas da vaidade, ganância e desamor,
que proliferam em teu redor

Mar!
Aqui te deixo meu preito,
em silêncio porque as palavras
que enchem o meu peito,
às tuas vagas hoje vou juntar,
nas lágrimas que a tua emoção
da minha alma fez brotar.

Bendito sejas, Mar!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Poesia na Galeria - 19 de Março 2017

 Manuela Caldeira
 Madalena Duarte
 Acilda Almeida

 Acilda Almeida
Agostinho Costa
 Sebastião Oliveira
 Ana Ferreira
 Dina Magalhães
 Alice Santos
 Isabel Moura
 Agostinho Costa com a serigrafia para o sorteio
 Dionísio Dinis tirou o número sorteado
 Alice Santos a sorteada da sessão
 Alice Santos com a serigrafia de Aníbal Alcino




 Goreti Dias, Helena Alves, Luís Pedro Viana, Alice Santos e Dionísio Dinis
 Maria Olinda Sol, Manuela Caldeira e Helena Duarte
Fátima Ferreira, Isabel Moura, Rosário Lemos, Maria Olinda Sol, Helena Duarte, Maria Afonso Morais e Maria Augusta da Silva Neves

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

POESIA NA GALERIA 20 de Agosto 2016

 Jorge Carvalho
 Fátima Cardoso
 Artur Cardoso
 Angelino Santos Silva
 Marília Teixeira
 Fernanda Cardoso
 Fernanda Cardoso

 João Pessanha
 Helena Duarte
 Lourdes dos Anjos
 Kim Berlusa
Carlos Lacerda
 Sebastião Oliveira

Manuela Caldeira

terça-feira, 16 de agosto de 2016

SOU O QUE SOU


SOU O QUE SOU

Sou o silêncio da minha solidão
sou o pensamento do meu sentir
sou a sombra do meu sol
e a luz do meu anoitecer

Perco-me em cogitações
tentando descobrir quem sou,
só sei que sou um ser único
e por mais que tentem ser como eu
jamais o conseguirão...

Sou o espaço que só eu ocupo,
sou o ar que eu inspiro e expiro,
sou o sorriso da minha alegria
e a amargura que a minha alma chora...

Sou um ser racional no campo da irracionalidade
e sou o sentir da minha razão,
sou imperfeito pois sou parte integrante
da imperfeição que me cerca,
sou a vontade de atingir o que me é limitado
e também a frustração do inalcançável...

Não sei se gostaria de ser outro que não eu!

Caminhei por vales verdejantes de felicidade,
subi montanhas de dificuldades,
naveguei por rios de serenidade,
galguei ondas de marés adversas,
venci tempestades de intrigas...

Assim me penso ser o que sou!

E, agora, que o meu caminho se estreita
em direcção ao desconhecido,
caminho lenta e inexoravelmente
para a etérea paz
convicto de que a minha missão terrena
foi cumprida com dignidade...

Deixo a quem por cá ficar,
que, se tiver honra suficiente,
me julgue pelo que eu fui.

José Carlos Moutinho
18/9/15

Lido por Sebastião Oliveira

sábado, 6 de agosto de 2016

O POETA E O PINTOR


O POETA E O PINTOR

A poesia que escrevo,
E quadro há minha imagem,
Não pinto, não sei pintar,
Nas palavras dou a coragem.

Na tela o pintor dá a alma,
O poeta exprime na poesia.
Sonham ambos a toda a hora,
O que passam no dia-a-dia.

O pintor transmite as cores,
Nos quadros com o pincel.
O poeta na caneta e na poesia,
Transmite da cabeça ao papel.

A arte está no que fazemos,
Procuramos os melhores efeitos.
Quem vê telas e lê poemas,
Dá-se bem com os seus defeitos.

António Gonçalves
in “A minha verdade”

lido por Sebastião Oliveira

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

POESIA NA GALERIA

 João Pessanha
 Dina Magalhães
 Mafalda Lopes
 Maria Manuel Rito
 José Carlos Moutinho

 Angelino Santos Silva
 Sebastião Oliveira
 Fernando Morais 
 Alice Santos e Fernanda Cardoso
 Dionísio Dinis 
 Maria Teresa Nicho
Fátima Cardoso