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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

PRECE


PRECE

Senhor, se um triste humano ser alcança
Erguer a voz ao céu e ser ouvido
A Ti em Quem depus toda a esperança
Na terra, ouso elevar o meu pedido.

Não Te peço a abundância da riqueza.
Nem a glória que a ambição procura.
Rogo sim a virtude da pobreza,
E mais do que fama, peço candura.

Dá-me que procure ter a fé por guia.
Que afaste de mim toda a amargura,
E tenha a caridade só por meu cuidado.

E enfim chegando o derradeiro dia,
No adeus à Vida tenha a ventura,
De dormir, serena, a Teu lado

in “Intimidades”
Marília Manuela de Bessa Teixeira

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Poesia na Galeria 16 Novembro 2019


  
 José Faria


 Arnaldo Teixeira Santos
 Lourdes Alegria
 António Gonçalves
 Paula Nisa

 Manuel Maia
 Ester de Sousa e Sá
 Goreti  Dias
 Dionísio Dinis
 Conceição Freitas
 Marília Teixeira
Angelino Santos Silva

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

PORQUE ESCREVO



PORQUE ESCREVO

Porque escrevo?
Porque não consigo calar fundo no peito,
Este manancial de palavras,
Que a criatividade ordena e a alma compõe.
Na ansia de timbrarem o papel as palavras se atropelam,
Os dedos se emaranham e às vezes sai gralha.
Contudo, que importa?
Se escrevo histórias de amor ou contos de encantar,
Que dão esperança a muitos e os fazem sonhar!

Porque escrevo?
Porque gosto e me liberto das amarras da vida rotineira,
E com prazer escrevo prosa onde a poesia permeia,
Voo para países distantes,
Onde os meus personagens imaginários,
Levam existências onde não falta a paixão e a esperança,
Onde a voz da razão fala mais alto e o bem vence o mal,
A intolerância é branda e a vontade férrea de vencer anseia!

Porque escrevo?
Porque tenho necessidade de criar,
Porque me acalma o fogo d alma que me incendeia,
Quando transfiro para o papel as palavras guardadas dentro de mim!
Dou vida aos meus personagens, teço-lhe enredos,
Vibro com suas paixões, sofro com seus infortúnios,
E com um final feliz sempre termino!

Porque escrevo?
Porque sinto prazer na prática da escrita,
Porque me sinto feliz ao segurar nas mãos a obra publicada!
Sou mãe das histórias por mim criadas com carinho e paixão,
Porque meus filhos estão longe de mim,
Mas vivem eternamente no meu coração,
E estes, os livros, vivem sempre comigo
E passando de mão em mão,
Na memória de quem os lê e partilha também ficarão!

Ester de Sousa e Sá
in “O Meu sentir”
por Marília Teixeira

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Poesia na Galeria 17-11-2018

 António Monteiro
 Fernanda Santos
 Angelino Santos Silva

 Marília Teixeira
 João Pessanha
 Beatriz Maia
 Ana Paula Dória
 Artur Cardoso
 Fátima Cardoso

 Fátima Cardoso
 Maria Teresa Lopes
Graça Silva

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

FÁBULA DAS QUATRO ESTAÇÕES



FÁBULA DAS QUATRO ESTAÇÕES

Fiz amor com a Primavera
o Verão soube e não gostou
foi fazer queixa ao Outono
e este, logo ao Inverno contou.

E logo os três, nesse dia
sem mais delongas, ou espera
condenaram-me a ousadia
de ter amado a Primavera.

O Verão falou então
do castigo a aplicar
a canícula, eu te dou
três meses sem parar.

O Outono, logo a seguir
sua sentença ditou
verás o Sol, a sorrir
mas frios dias, te dou.

Mas o Inverno, foi dos três
o pior a condenar
deu-me três meses, de algidez
noite e dia, sem parar.

Mas se uma andorinha, vier
dizer-me que a Primeira
ainda me quer
eu estou pronto, p’ra quimera.

E não me importam, os castigos
que possa voltar a sofrer
pois, quem se sujeita a amar
sujeita-se a perecer!

Kim Berlusa
in “Coletânea Galeria Vieira Portuense 2018”
lido por Marília Teixeira

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Poesia na Galeria Setembro 2018

 Inês Lima
 Fernanda Rosas
 Helena Duarte
 Beatriz Maia
 Ester de Sousa e Sá
 João Pessanha
 José Carlos Moutinho
 Carlos Gomes
 Angelino Silva
 Marília Teixeira
 Dina Magalhães
 Conceição Oliveira

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Poesia na Galeria 21-07-2018

 Constância Néry
 Angelino Santos Silva
 Marília Teixeira
 Adolfo Castelbranco
 Irene Costa
 Ester de Sousa e Sá
 Manuela Caldeira
 Mário Anselmo
 Agostinho Costa
Alzira Santos
 Mário Dinis
 Mário Dinis
 Eunice Amorim 


 Agostinho Costa

 Ester de Sousa e Sá, a sorteada da sessão

Isabel Moura, Alzira Santos e Mário Dinis