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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Poesia na Galeria Julho 2018

 Maria da Glória
 Maria da Glória
José Oliveira Ribeiro
 António D. Lima
 Maria Teresa Nicho
 Dina Magalhães
 Isabel Moura
 João Pessanha
 Manuel Maia
 Silvino Figueiredo
 Conceição Oliveira
 Conceição Oliveira

 Fernanda Santos

sexta-feira, 29 de junho de 2018

SÚPLICA



SÚPLICA

Deixa-me beijar-te,
Em meus braços apertar-te,
Em teus braços esquecer-me
E em teu hálito morno aquecer-me.
Deixa-me beijar-te,
Com minha exalação bafejar-te
- como uma brisa que sopra sobre as flores -
E sentir nossos corações vibrarem de amores.
Quero sentir uma carícia
Sem malícia
Dos teus lábios
Tão ávidos
Ardentes em desejos
Pelos meus ardentes beijos.
Deixa-me beijar-te,
Em meus braços enlaçar-te,
Sentir-me preso em teus braços,
Preso por fortes laços,
Laços que nos vem do céu,
Laços do Amor - teu e meu. -
Deixa-me beijar-te,
Descansar minha boca cansada
Sobre a tua já tão amada,
Ver-me perdido e delirante
Entre teus braços e teu peito ofegante,
Sentir teus seios anelantes levantarem-se
E em riste investirem
Para meu peito ferirem.
Quero ver vibrar
Nossos corpos de emoções
E de amores nossos corações.
Quero inspirar
O ar que tu expiras.
Quero morrer em ti!

Manuel Maia

terça-feira, 19 de junho de 2018

Poesia na Galeria Junho

 Adolfo Castelobranco
 Beatriz Maia
 Carlos Gomes
 Manuel Maia e Paraty
 Manuel Maia
 Dina Magalhães
 Dulce Pinho
 Armando Pereira
 Alice Santos
 Manuela Caldeira
 Irene Costa
Alcino Amado

quinta-feira, 22 de março de 2018

AMOR FEITO MATÉRIA



AMOR FEITO MATÉRIA

No dia vinte,
às vinte menos vinte,
mais cinco, menos cinco,
um Milagre da Natureza
aconteceu...
Tu nasceste,
e em mim nasceu
um novo conceito de riqueza,
beleza
e certeza absoluta
do objectivo da minha luta.

Belo, não é o que está por trás
daquilo que nossa vista alcança.
Belo, é aquilo que a gente sente
quando admira cora olhos de criança
a vida cor de esperança.
Belo, não é sentir espanto
pelo que o Sol fez com a primavera
ou a primavera com as flores.

Belo, é pressentir a primavera que nos traz
uma andorinha,
na ponta das asas,
quando atravessa asinha
rés-vês campos e casas.

No dia vinte,
às vinte menos vinte,
mais cinco, menos cinco,
três horas antes de começar a primavera,
o tempo parou...
O tempo pára sempre que a gente medita...
e eu meditava…
Era em ti que eu pensava…
Em ti, reflexo do meu ser,
continuação daquilo que sou…
Em ti, meu filho,
filho dum gesto meu de Amor
que o tempo materializou…
Em ti, profecta da minha primavera...
Em ti, já disse, Fonte Etérea
do meu Amor feito matéria!...

Manuel Maia

terça-feira, 20 de março de 2018

POESIA NA GALERIA 17-03-2018





 Fernanda Cardoso

 Maria Olinda Sol e Helena Duarte
 Graça Silva, Ester de Sousa e Sá e Fernanda Cardoso


 A cantar os Parabéns à Fernanda Cardoso pelos seus 96 anos
 96 anos de Fernanda Cardoso 
 Agostinho Costa
 Arnaldo Teixeira Santos
 João Bernardo
 Ester de Sousa e Sá
 José Oliveira Ribeiro
 Inês Lima (9anos)
 Manuel Maia
 Graça Silva
 António D. Lima

 Maria Teresa Nicho