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quarta-feira, 2 de maio de 2018

SABOR ÚNICO A DIÓSPIRO FRESCO…




SABOR ÚNICO A DIÓSPIRO FRESCO…

entraste no meu Mundo...
eras mar nos meus olhos
libertos, incautos de sereia...

à janela do Tempo,
persianas indomáveis
ao vento, esperava-te...
já o sol se fazia poente,
a noite descia,
encobrindo horizontes...

eras a minha Casa!...
no delírio de teus braços,
cingida pela cintura,
em bicos de pés te abraçava...
minha fonte de ternura!...

paladar requintado,
manga, abacaxi, laranja,
arilos de romã…
contavas-me estórias invulgares
envoltas em sedução e candura...

sabor mágico a dióspiro doce e fresco…
sabor único que em mim perdura...

20/05/2017
Maria Afonso Morais
in “A Arte pela escrita dez”
lido por Lourdes Alegria

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Poesia na Galeria 21 de Abril 2018




 Anselmo Simões troca impressões com Silvana Violante, a autora dos quadros expostos

 Silvana Violante e Helena Duarte
 Agostinho Costa, Helena Duarte e Silvana Violante





 Agostinho Costa dá inicio à sessão de Poesia



 Silvana Violante fala um pouco sobre a sua exposição, "Perfume de Mulher"


 José Faria

 Beatriz Maia
 Carlos Gomes
 Arnaldo Teixeira Santos
 Lourdes Alegria

Silvino Figueiredo

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

VENTANIA


VENTANIA

A invernosa ventania bate, com fúria
No toldo do café e verga os corpos
No passeio pescando abrigo
Ao som das velas enfunadas
Pela raivosa natureza que tolhe as carnes frias.
Avança o tempo, tempo da madrugada...
Mas só fica a melancolia da rajada
Que nos leva sem vida para a cova fria.
Que me trás o vento no toldo da esplanada
Se curioso fico quando se esvazia?...
O tlim, tlim dos cabos nos brandais,
Som húmido que acompanha as velas e os estais
Que levam "navegautas" a portos derradeiros
Para escapar à invernosa ventania.
Agora ia não contemplo as profecias,
Vivi este presente num passado já distante
Em águas azuis, douradas ao poente sol e
Nos vermelhos para lá do horizonte.
Assim encanta-me o viver neste monte de idade,
Esquecendo a fúria do vendaval.
Ao procurar no leme a roda da alegria,
Por não ser já participante em causas nobres,
Ao som das vagas no costado, as velas
Levaram-me já para abrigo sem destino
Onde procuro ser menino...
Tu, irmão, faz uso da fúria e da ventania
Porque na melancólica rajada terás o fim daqueles
Que te querem pequenino...
O toldo da esplanada amainou.
Não sinto o som, não oiço nada da invernosa ventania.
Por ser verdade que há outros mares planetários.
Outras vidas, outros ais, releva-me o direito
De tudo não ter feito...
Será que me aceitais?

Luís Pedro Viana
19 Janeiro de 2013

lido por Lourdes Alegria

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Poesia na Galeria 20 Janeiro



 Agostinho Costa dá inicio à sessão
 Eunice Amorim
 Eunice Amorim
 Celso Miranda

 Conceição Freitas
 Lourdes Alegria
 António Gonçalves
 João Bernardo
 José Carlos Costa
 Goreti Dias
 Conceição Lages
 Arnaldo Teixeira Santos
Dionísio Dinis
 Graça Silva

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Poesia na Galeria Nov 2017

 Anselmo Simões
 José Carlos Moutinho
 Maria Helena
 Lourdes Alegria
 Ester de Sousa e Sá
 Maria Afonso Morais
 Isabel Moura
 Maria Augusta da Silva Neves
 Leonor Reis
 Noé Alves
 José Guterres
Graça Silva