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terça-feira, 30 de agosto de 2016

AMARRADA CRIANÇA



Solta-a! Estás a magoá-la!

Que importa que transpire o rosto. Liberta-a!

Percebe que o ar abafa. Deixa-a!

Compreende que não podes guardar o sol,
nem manter intacta a alegoria das cavernas.
Sente que é tempo de viragem.
Guia o leme, muda a bússola para sul
e deixa que a salgada espuma que cobre os teus pés,
em apurado doce de amor se converta.


Cristina Maya Caetano

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

POESIA NA GALERIA 20 de Agosto

  






 Maria Manuel Rito

 Agostinho Costa

 Ana Maria Oliveira
 Mafalda Oliveira
 Paraty
 António Gonçalves
 Emília Costa
 Cristina Maya Caetano
 Miguel Leitão
 Conceição Freitas
 Beatriz Maia
 Carlos Gomes
João Nunes Carneiro

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

SEM VELAS E SEM MASTROS


SEM VELAS E SEM MASTROS

O Barco balança ao sabor das ondas.
Não quer saber do vento ou da chuva.
E a trovoada vem longe. Há tempo.

Velas abertas, convosco o barco avança.
Olhem as pontas soltas!
Agucem a paciência e fortaleçam a essência.
Calma. Não precisam de o tempo atropelar.

Forte, é o mastro que é o pilar.
Segura os rochedos e ultrapassa tempestades.
Matrimónio selado com o cansaço,
recorda-se de cumprir os votos: Prossegue!

Quando as velas se rasgam,
o mastro se parte, e o desespero exalta-se no ar,
o barco da vida muda de rumo,
limpa a proa e enfeita a noiva.

Resigna-te. Acredita.

Terás novos mares navegáveis!

Cristina Maya Caetano
in "Colectânea Galeria Vieira Portuense 2015"


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Poesia na Galeria Dezembro 2015

 Emília Costa
 Maria Almeida
 Ana Maria Oliveira
 Helena Duarte
 Lucinda Miranda
 Luísa Colaço
 João Nunes Carneiro
 Cristina Maya Caetano
 Ester de Sousa e Sá
 Leonor Reis
 Maria Augusta da Silva Neves

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

SEM VELAS E SEM MASTROS


SEM VELAS E SEM MASTROS

O barco balança ao sabor das ondas.
Não quer saber do vento ou da chuva.
E a trovoada vem longe. Há tempo.

Velas abertas, convosco o barco avança.
Olhem as pontas soltas!
Agucem a paciência e fortaleçam a essência.
Calma. Não precisam de o tempo atropelar.

Forte, é o mastro que é o pilar.
Segura os rochedos e ultrapassa tempestades.
Matrimónio selado com o cansaço,
recorda-se de cumprir os votos: Prossegue!

Quando as velas se rasgam,
o mastro se parte, e o desespero exalta-se no ar,
o barco da vida muda de rumo,
limpa a proa e enfeita a noiva.

Resigna-te. Acredita.
Terás novos mares navegáveis!


Cristina Maya Caetano

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Poesia na Galeria 19 de Setembro

Fátima Cardoso
 Artur Cardoso
 José Efe
 Ana Maria Roseira
 Fernando Ferreira
 Amílcar Marques
 Manuel Maia
 José Oliveira Ribeiro
 Luís Pedro Viana
 Manuela Caldeira
 Cristina Maya Caetano
António D. Lima

sábado, 27 de junho de 2015

TELA VIVA


TELA VIVA

Tens éones de anos de vida.
Em ti vivem invisíveis seres.
Sei que encantas a vida.

                             Quem és tu?

Rejubilas a natureza,
ordenas tons azulados para os oceanos,
despertas angélica magia.

                            Quem és tu?
                          Vá! Revela-te.

                               Silêncio...

Até a tela viva me sussurrar:
- Sou amarelo, quente, brilhante.
Moro no solar sistema.
Sou o sol. Se me quiseres conhecer,
também posso morar em ti.
Quando tiveres tempo para a alegria,
pretenderes a paz como um sopro existencial.
Se quiseres referências minhas,
pergunta à pomba branca, de sorriso gravado.
Ela conhece-me bem...


Cristina Maya Caetano

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Poesia na Galeria 20 de Junho

 Ester de Sousa e Sá
 Sebastião Oliveira
 Adolfo Castelbranco
 Ângela Loureiro
 Miguel Henriques
 Alice Santos
 Irene Silva


Luís Pedro Viana



 Agostinho Costa

 Agostinho Costa anúncia o sorteio da serigrafia de Avelino Rocha
 Luís Pedro Viana retira o número do sorteio
 Cristina Maya Caetano a sorteada da sessão