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quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Poesia na Galeria 21-07-2018

 Constância Néry
 Angelino Santos Silva
 Marília Teixeira
 Adolfo Castelbranco
 Irene Costa
 Ester de Sousa e Sá
 Manuela Caldeira
 Mário Anselmo
 Agostinho Costa
Alzira Santos
 Mário Dinis
 Mário Dinis
 Eunice Amorim 


 Agostinho Costa

 Ester de Sousa e Sá, a sorteada da sessão

Isabel Moura, Alzira Santos e Mário Dinis

sexta-feira, 25 de maio de 2018

A TIA MARIAZINHA


A TIA MARIAZINHA

A minha tia Mariazinha
noite e serão
de agulhas e lãs
na mão
fazia um tapete colorido
para me ofertar.
Passados anos
o tapete não se concluía.
Tal como Penélope
que fazia e desfazia
o que a tia queria
era a ideia de presentear.

Maria Olinda Sol
Lido por Constância Néry

terça-feira, 22 de maio de 2018

Poesia na Galeria 19-05-2019

 João Pessanha
 Luís Panda
 Mayke
 Maria Teresa Nicho
 Silvino Figueiredo
 Amândio Vasconcelos
 Constância Néry
 Celso Miranda
 Dina Magalhães
 Agostinho Costa
 Beatriz Maia
Carlos Gomes

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

ELISA E A VIDA


ELISA E A VIDA 

Perdeste o fogo Elisa,
meu deus, o que perdeste.
Corres pela rua apressada,
ah o trabalho, o salário,
é teu  o objectivo do patrão:
crescer a custos mínimos.
Quem quiser que pense,
em casa há os miúdos,
os banhos,
o prato de comida doseado,
o marido desconcentrado
no sofá da sala,
a televisão ligada
a quem ninguém atende.
Todos re determinam
os filhos, o marido, o patrão.
Custa chegar o sono –
a vida, estilhaçada!
Confusos os pensamentos,
enrosca-se no cobertor quente,
amanhã é o último dia da semana.

Maria Olinda Sol

Lido por Constância Néry

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

POESIA NA GALERIA Agosto 2016

 Luís Pedro Viana
 António D. Lima 
 Constância Néry

 Fátima Morais

 Helena Canotilho tira o número sorteado
 Luís Pedro Viana foi o sorteado da sessão


Fernanda Cardoso e Alice Santos

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

FRAGMENTOS DE UMA ATRIZ


FRAGMENTOS DE UMA ATRIZ

Imagem fragmentada,
Câmara, luz! Ação!
A plateia, fascinada,
Faz da imagem a ilusão.

Em qual céu mora a atriz,
Na ilusão do figurino?
Mito, robô, feliz,
Será um ser feminino?

Rosto robotizado,
Na trama da luz que aquece,
Busca o pano entrelaçado,
No fio que envolve e tece.

Puxa, estica, retorce,
Esconde, mostra, defende.
A alma fria contorce,
Ao som da luz ela acende.

Corta, recorta, divide,
No vai e vem: luz! Ação!
Na imagem, então, incide,
Sempre nova emoção.

Imagem fragmentada,
Robótica, surreal,
Oferece, congelada,
O seu corpo virtual.

O espetador faz a imagem,
De forma tão natural,
Do corpo que, na filmagem,
É o da mulher ideal.

Constância Néry
in "Colectânea Galeria Vieira Portuense 2015"
lido por Adolfo Castelbranco

quinta-feira, 21 de maio de 2015

AMIGO


AMIGO

Escrevo
no choupo
junto do rio:
um amigo
é um porto seguro.
De tão corriqueiro
o preceito,
o orvalho apagou-o.
Alguém
muito sagaz,
deixou um recado,
gravado
com pedra de xisto:
não estejas tão certa.

Maria Olinda Sol

Lido por Constância Néry

terça-feira, 19 de maio de 2015

Poesia na Galeria

 Jorge Braga
 José Efe
 Alice Queiroz
 Maria Almeida
 João Pessanha
 José Oliveira Ribeiro
 Guida Dias
 Constância Néry
 Rogério Barbosa

Donzilia Martins